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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

É fácil dizer, bela rapariga,
Que em mim não tem poente o teu sol
Apenas dói que não haja,
Forma de fazer jus ao que me vai no coração.

Presença constante,
Contigo, sou homem alado,
Preenche-me o peito a liberdade,
Não mais humano, sou rara ave.

Oh bela rapariga que me enches os sonhos.
Quem és tu, tão divinal?
Que fazes tu em tão cruel mundo?
De onde vem a magia em teu olhar?

Oh bela rapariga que me prendes os sentimentos,
Poderás ser imaginação?
Será feitiço tua perfeição?
Terás em ti do universo toda a paixão?

Confunde-se assim este amor que me vai na alma
E de outro modo não me consigo expressar.
Sou apenas teu...e se pecar,
Que peque apenas por te amar...

André Moreira








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