Arde-me o peito
E é aguda a dor
De te querer tão perto,
Não te ver,
Nem sentir teu amor.
Meus olhos molhados
Sabem o sofrimento ido
Causado pelo medo,
Terrível ansiedade,
De ser por ti esquecido.
E que façam de mim vitima
Dessa força poderosa,
Por ti emanada fragrância
Que me puxa e atormenta
E te faz em mim deliciosa.
Rendo-me de joelhos
Apenas não em nome de deus,
Hasteio a bandeira branca
E perco-me em segundos
Nesses castanhos olhos teus.
Aceita-me prisioneiro
E tão te rogues à minha paixão,
Se com cobardia a coragem não te ilude
Como poderei ser feliz então?
E abrir as portas do teu coração?
André Moreira
E que façam de mim vitima
Dessa força poderosa,
Por ti emanada fragrância
Que me puxa e atormenta
E te faz em mim deliciosa.
Rendo-me de joelhos
Apenas não em nome de deus,
Hasteio a bandeira branca
E perco-me em segundos
Nesses castanhos olhos teus.
Aceita-me prisioneiro
E tão te rogues à minha paixão,
Se com cobardia a coragem não te ilude
Como poderei ser feliz então?
E abrir as portas do teu coração?
André Moreira
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